SER PAI
Há alguns anos, o pai era apenas o provedor do Lar. A ele competia ganhar o dinheiro suficiente para sustentar a família. À mulher cabia a realização de todos os trabalhos domésticos e o mais importante, a educação dos filhos.
Os tempos mudaram. As mulheres adquiriram mais direitos, estudaram mais e trabalham fora, exercendo profissões das mais variadas, ajudando o homem no sustento do lar. Como as mulheres assumiram mais funções, o homem começou também a ajudar na rotina do lar, compartilhando com a esposa as tarefas que antes eram exclusivas delas, inclusive , na mais importante: a educação.
Hoje, há muitas felizardas, que têm um marido assim: colaborador em todas as tarefas. Até cuidar de bebês, trocar fraldas, etc. E o mais incrível, é que os homens, que nunca foram educados para isso, saem-se muito bem nas tarefas domésticas, mostrando jeito para fazer tudo.
E com esta postura colaborativa, sentem-se felizes, mais participativos, integrando uma verdadeira família. Agora ele não é o que apenas traz o dinheiro para casa, mas ele também participa da alegria do lar, das brincadeiras, dos pequenos acidentes, do amor que vibra no ambiente. Ele passa a fazer uma parte muito mais ativa da família e em consequência, sendo muito mais amado.
Há outros, ainda, pobres pais, que mantém aquela postura rígida de “só fazer trabalho de homem, pai não brinca, pai não faz isto e nem aquilo”. Pobres pais, sim, que desconhecem a alegria de servir, de ajudar, de compartilhar, de brincar e rir, de chorar, de estar ali, junto aos filhos queridos e à esposa.
A estes pais infelizes, a nossa profunda lástima e o desejo sincero de que acordem enquanto é tempo.
Aos Pais modernos que amam e se fazem amar, pela sua conduta participativa do lar os nossos votos de que alcancem cada vez mais a felicidade de SER PAI.
Abraço a todos!
